3 coisas que você (provavelmente) está errando na preparação para OAB

Quem estuda para o Exame de Ordem já deve ter lido as mais diversas dicas, técnicas e estratégias do que deve ser feito na preparação para OAB. Mas você, sinceramente, sabe o que não deve ser feito quando se estuda para a prova?

Existem alguns aspectos (mitos) de uma preparação que, se evitados, podem otimizar os seus estudos. Confira o que não fazer na sua preparação, a partir de relatos de quem já passou (e sofreu) na prova da Ordem:

Não ter controle emocional

Você pode até ser uma pessoa tranquila em outras áreas da vida, mas quando o assunto é Exame de Ordem, a história muda. Esse foi o caso Mayra Hellmeister Oliveira que deixou a ansiedade falar mais alto. “Eu estava angustiada, com medo, decepcionada, porque eu sabia do meu potencial, sabia da minha dedicação na faculdade, mas não estava sendo o suficiente para conseguir a aprovação no certame. E digo com propriedade não há nada pior do que a reprovação do Exame de Ordem”, afirma Mayra.

Atenção, examinando: não deixe que nada ou ninguém o faça acreditar que você não tem capacidade para ser aprovado no Exame de Ordem. Lembre-se sempre do quanto você se dedicou desde a faculdade até o dia da prova. Ter inteligência para controlar sua emoção e nervosismo é quase tão importante quanto o conhecimento teórico necessário para realizar a prova.

Menosprezar a resolução de questões

Se você pensar bem, os aprovados na prova da OAB são aqueles que conseguem ler, entender e interpretar melhor cada questão. Sendo assim, uma das técnicas mais eficazes de estudo é a resolução de questões: só através das questões você estará realmente testando seus conhecimentos, entendo suas fraquezas e realizando uma espécie de prova preliminar. Uma boa tática é resolver questões simulando às situações (tempo, material disponível, etc) que estará submetido na hora do Exame.

Não personalizar a sua preparação

Cada cabeça é um mundo. O modelo de estudo que funciona para o seu colega de sala pode ou não ser o seu. É essencial entender isso, caso contrário, você pode seguir na estratégia errada por muito tempo e comprometer o seu estudo.

Um exemplo claro é o de Vanessa Afonso que se deixou levar pelo mito da véspera da prova. É muito comum ouvir que no dia anterior ao Exame, o candidato deve relaxar, fazer atividades leves que tirem a pressão da prova da véspera da prova.

“Tirava o sábado para fazer coisas que eu gosto como ir ao cinema, jantar fora… Coisas leves, pra ocupar a cabeça e me distrair, sem pensar no dia seguinte, o dia da prova. Nas 3 primeiras vezes foi isso que fiz. No entanto, me sentia culpada. Pensava que deveria estar em casa lendo mais um “artigozinho” de ética. Ou relendo os incisos do artigo 5º da CF.

Ou seja, a técnica de me ocupar com qualquer coisa que não fosse a prova, na verdade, não funcionava. Bati na trave com 39, 38, 38 pontos, respectivamente. No último exame (o da tão sonhada aprovação) eu resolvi fazer diferente. Resolvi que ia estudar na véspera. Nada muito pesado, apenas uma revisão, pra não ficar com aquela sensação de que não passei por 1 ou 2 pontos porque não estudei no sábado”, afirma Vanessa que foi aprovada justamente na edição que estudou no sábado.

Leia também: Como a FGV elabora as questões da 1ª fase do Exame de Ordem?

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