Conselho de Ética da Presidência proíbe Moro de advogar

Como todo membro da Administração Pública, o ex-ministro da justiça, Sérgio Moro, teve que consultar o Conselho de Ética da Presidência para definir quais atividades profissionais ele poderia exercer ao sair do governo.

Os pedidos de Moro

Foram analisados três pedidos hoje: para advogar, para ser professor e para ser articulista em jornais e revistas.

Outros pedidos também foram protocolados pelo ex-ministro que devem ser analisados em breve.

O que decidiu o Conselho de Ética da Presidência

O Conselho de Ética decidiu, por unanimidade, que o ex-ministro não poderá advogar pelo período de 6 meses.

Também por unanimidade, foi autorizado que Sérgio Moro exerça o cargo de professor.

Quanto a ser articulista em revistas e jornais, a votação foi mais disputada, foram 3 votos a favor e 2 contra.

O Conselho de Ética da Presidência geralmente conta com 7 membros, porém atualmente está atuando apenas com 5.

Durante os 6 meses seguintes após a saída do cargo, o ex-ministro receberá auxílio no valor do seu salário anterior, o que equivale a mais de R$ 30 mil por mês, até outubro desse ano.

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