Mobilização do Ministério Público do Rio de Janeiro pede a destituição do presidente da instituição, do vice-presidente e de quatro diretores da FGV Projetos. O pedido é motivado por uma suposta fraude cometida durante a gestão do ex-governador Sérgio Cabral. A FGV é a banca responsável pela organização do Exame de Ordem.

    Seis membros podem ser destituídos

    O MP está pedindo a destituição dos seguintes membros:

    • Carlos Ivan Simonsen Leal, Presidente da FGV;
    • Sérgio Franklin Quintella, Vice-presidente da FGV;
    • Sidnei Gonzalez dos Santos, diretor;
    • César Cunha Campos, diretor;
    • Ricardo Pereira Simonsen, diretor; e
    • Ocário Silva Defarevi, diretor.

    MP aponta fraude no repasse de R$ 13 milhões

    Se acordo com O Antagonista, a investigação trata da atuação da FGV na preparação do edital de leilão da folha de pagamento dos servidores estaduais, iniciado em 2006, para o qual a fundação recebeu R$ 28,6 milhões do estado do Rio.

    Já de acordo com o apurado pela Revista Crusoé, o MP/RJ  conseguiu demonstrar que a FGV teria feito o repasse de R$ 13 milhões para empresas cujos sócios são seus diretores.

    O Impacto no Exame de Ordem

    Ainda não se sabe que impacto isso terá no Exame de Ordem, caso a fraude seja reconhecida pelo Judiciário. A OAB nunca se manifestou sobre as investigações que ocorrem há muito tempo.

    Provavelmente isso não deve levantar preocupações imediatas. Mas, dependendo da repercussão que o caso tomar, pode haver uma mudança na condução da prova a longo prazo.

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